Budapeste.

Hoje voltei a um dos meus vícios urbanos. Deambular pela cidade à procura do incerto. Caminhar sem destino. Sem GPS. Sem Celular. Sem qualquer aparelho que me pudesse distrair. Na volta vim preenchido, com um velho mas bem atual livro de Chico Buarque que comprei a um vendedor de rua, junto ao Cambuí, bem no coração de Campinas.

Em jeito de rodapé, deixo-vos com recensões críticas de dois ilustres desconhecidos, que estão timbradas na capa do livro que agora vou começar a ler:

“Chico Buarque ousou muito, escreveu cruzando um abismo sobre um arame e chegou ao outro lado. Ao lado onde se encontram os trabalhos executados com mestria, a da linguagem, a da construção narrativa, a do simples fazer. Não creio enganar-me dizendo que algo de novo aconteceu no Brasil com este livro.
” JOSÉ SARAMAGO [Folha de S.Paulo]

“Talvez o mais belo dos três livros da maturidade de Chico, Budapeste é um labirinto de espelhos que afinal se resolve, não na trama, mas nas palavras, como os poemas” CAETANO VELOSO [O Globo]

“Budapeste é o terceiro romance de Chico Buarque, lançado em 2003 pela editora Companhia das Letras” (sic) Fonte: wikipedia.
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